Fórmula 1

As equipas de F1 são “muito diferentes do que as pessoas imaginam” garante Carlos Sainz Jr

Carlos Sainz Jr diz que as equipas de Fórmula 1 são “muito diferentes do que as pessoas imaginam”, e considera que o valor da equipa para um piloto é subestimado.

Os progressos do espanhol durante três épocas na Toro Rosso fizeram com que mudasse para a Renault a meio de 2017, mas acabou por não conseguiu segurar a sua posição no seio do construtor francês, que optou por contratar Daniel Ricciardo para esta temporada.

Agora na sua terceira equipa desde que está na F1, Sainz Jr diz que os períodos de adaptação de Ricciardo à Renault, de Charles Leclerc à Ferrari e de Pierre Gasly à Red Bull mostrou as particularidades de cada escuderia.

Falando sobre as equipas pelas quais passou o piloto madrileno sublinhou: “São muito diferentes. Muito mais diferentes do que as pessoas imaginam. E os carros comportam-se de maneira diferente do que as pessoas possam pensar”.

“É por isso que acho que se vê que todos os pilotos precisam de algumas corridas para se adaptarem a uma equipa, a um carro, Vimos isso com Ricciardo este ano, com Pierre, com todos os pilotos que mudaram de equipas… Leclerc no começo do ano”, lembra Carlos Sainz Jr.

Para o espanhol não há dúvidas relativamente aos períodos em que se troca de escuderia na Fórmula 1: “Precisamos de tempo para descobrir os segredos. E as equipas funciona de maneiras em todos os sentidos. É preciso tempo e as pessoas subestimam quanta performance se pode extrair de um conjunto quando se está num sítio mais de um ano”.

“A performance que conseguia extrari do Toro Rosso, que não foi líder no meio de pelotão em altura alguma, e às vezes ser bom na Toro Rosso era como em 2016 e 2017. Apenas o consegui porque conhecia o que tinha soube como explorá-lo”, enfatiza Sainz Jr.

O piloto do carro # 55 dá exemplos de companheiros de profissão onde os muitos anos passados na mesma equipaderam os seus frutos: “Vemos (Sergio) Perez, vemos (Max) Verstappen, vemos (Lewis) Hamilton. É uma consequência de passarem muito tempo com a equipa e saberem como explorar o carro até ao limite”.

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