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Uma aprendizagem difícil para Ricardo Teodósio

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Ricardo Teodósio não teve uma prova fácil no Rali de Castelo Branco, onde prosseguiu a sua aprendizagem da condução do Ford Fiesta R5 em ralis de asfalto.

Os azares sofridos na segunda prova do campeonato nacional de ralis também não ajudaram à causa do piloto algarvio, ao qual aconteceu um pouco de tudo, desde uma transmissão partida a um furo, passando por um furo.

O resultado conseguido por Ricardo Teodósio e José Teixeira acabou por ficar bastante aquém do desejado, ainda que o objetivo tenha sido habituar-se mais à condução do carro da oval no asfalto. Isto numa altura em que a equipa já prepara uma possível participação no Rali dos Açores, a disputar entre 2 e 4 de Junho.

“Entrámos na prova com algumas cautelas a fim de continuar a adaptação da viatura e, paulatinamente, fomos ganhando ritmo e confiança até ao momento em que partimos a transmissão que nos inviabilizou um resultado condizente. O muito tempo perdido deveu-se também ao facto de termos ficado apenas com tração atrás”, começa por explicar Ricardo Teodósio.

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O primeiro dia ficou marcado pelo quarto melhor registo no final da etapa inaugural, pelo que era expectante e legítimo cogitar bons indicadores para sábado. Com uma toada atacante, a dupla algarvia cedo mostrou que pretendia “negociar” o tempo perdido, mas tudo se viria a esfumar quando não conseguiu evitar um pião e um furo, com a agravante desta última anomalia ter acontecido precisamente na última especial e a mais longa.

“Apesar da sorte nos ter voltado as costas, conseguimos entender na perfeição a excelente montra de qualidades intrínsecas do Ford Fiesta R5, num compromisso que nos permitiu experimentar outras misturas de pneus e assinalar que as notas que possuíamos não estavam em conformidade com o andamento vivo da viatura. Obviamente que retirámos as devidas ilações, e ainda por cima, os espanhóis da RMC Motorspot levaram para Castelo Branco as mais recentes evoluções”, refere o piloto algarvio.

“Deu perfeitamente para compreender que a motorização EVO é muito mais evoluída o que nos deixou ainda mais confiantes para o futuro, dado que cerca de 200 quilómetros percorridos dá-nos alguma dose de firmeza”, acrescenta Ricardo Teodósio.

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