Tecnologia

“Ainda nem sequer nos debruçámos sobre o concurso” do serviço universal, admite Zeinal Bava

zeinal bavaO atual prestador do serviço universal não tomou ainda posição quanto ao concurso para o próximo ano, que envolve quase 90 milhões de euros. O presidente da Portugal Telecom, Zeinal Bava, admitiu que “ainda nem sequer nos debruçámos sobre o concurso”.

O atual prestador do serviço universal, a Portugal Telecom (PT), ainda não tomou posição quanto ao concurso que o Governo vai lançar para, no próximo ano, atribuir nova concessão, que envolverá custos a rondar os 87,1 milhões de euros. Só para os serviços telefónicos, a componente mais importante, o Estado deverá pagar 74,9 milhões de euros.

“Vamos analisar, ainda nem sequer nos debruçámos sobre o concurso”, admitiu ontem o presidente da PT, Zeinal Bava, à saída de um jantar promovido pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, citado pelo Jornal de Negócios.

O próximo concurso, como revelado no Diário da República de sexta-feira, será formado por três lotes de regiões: norte, centro e sul e ilhas. As operadoras Optimus, Vodafone e Zon já admitiram interesse em avaliar a participação no concurso, enquanto a PT do serviço, que recentemente concluiu com o Governo o apuramento de custos da prestação em vigor, ainda não se pronunciou.

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