Motociclismo

A altura da retirada de Valentino Rossi não será problema para a Yamaha

Para o ‘patrão’ da equipa Yamaha, Lin Jarvis, não haverá problemas com a altura em que Valentino Rossi decidir parar de competir no MotoGP.

O italiano está sob contrato com a marca dos três diapasões até ao final de 2020, mas está há mais de dois anos sem conhecer o ‘sabor’ da vitória.

Aos 40 anos, Rossi marcou apenas oito pontos nas últimas quatro corridas, antes de ter somado três abandonos consecutivos, fazendo com que descesse para o sexto lugar no Campeonato do Mundo, atrás do seu companheiro de equipa, Maverick Viñales.

Para além disso Fabio Quartararo, da formação satélite da Yamaha, a equipa Petronas, tem suplantado por completo em termos de resultados o transalpino seis vezes Campeão do Mundo.

Lin Jarvis já admitiu que Valentino Rossi “já não é futuro” para a Yamaha, mas não afastou a possibilidade do ‘Doutor’ poder celebrar uma extensão de contrato com a marca. “Até 2010 Valentino deu-nos quatro títulos, por isso quando nos deixou (para ir para a Ducati) isso teve um grande impacto. Seria como (Marc) Marquez deixar a Honda neste momento”, salientou.

O líder da equipa Yamaha considera que a situação de Rossi não é essa nesta altura: “Ele agora está numa fase diferente da sua vida, numa diferente fase da sua carreira, e com todo o respeito ele há não é o futuro da nossa participação no MotoGP. Poderá ficar connosco mais um ano, dois ou três. Ainda temos de ver quanto tempo mais continua a ser competitivo. Mas é uma relação diferente afora, uma diferente dependência dele”.

“Não quero dizer que ele não é importante. Ele é importante. O seu papel e função serão diferentes, mais espero que ele fiquei como embaixador da parca e parceiro quando foor mais velho”, afirma ainda Jarvis, deixando no ‘ar’ a ideia de que Valentino Rossi poderá continuar no seio da ‘família’ Yamaha, um pouco à imagem do que sucedeu com Michael Doohan na Honda.

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