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26 de abril, dia de recordar as vítimas de Chernobyl

A 26 de abril de 1986, na Ucrânia (então parte da União Soviética), dá-se o pior acidente da história da energia nuclear. Cerca de 200 mil pessoas foram afetadas, num desastre que libertou 400 vezes mais contaminação do que a bomba de Hiroshima.

Este histórico acidente nuclear ocorreu dia 26 de abril de 1986, na Central de Chernobyl, localizada na Ucrânia, que pertencia à União Soviética. Produziu uma nuvem de radioatividade que libertou radiação sobre a União Soviética, a Europa Oriental, a Escandinávia e o Reino Unido.

Estima-se que 200 mil pessoas tenham sido afetadas pelo desastre de Chernobyl, sobretudo na Ucrânia, Bielorrússia e Rússia. O governo soviético tentou ocultar o acidente, mas os elevados níveis de radiação acabaram por ser detetados noutros países.

No dia em que se assinala o desastre nuclear de Chernobyl, recordam-se outros factos históricos. Em 1933, nasce a Gestapo, a polícia política nazi.

Já em 1937, durante a Guerra Civil Espanhola, Guernica é bombardeada pela Luftwaffe alemã. E em 1994, ocorrem as primeiras eleições multirraciais em África do Sul.

Em 2006, é aprovada a construção da Freedom Tower, no local onde se ergueram as Torres Gémeas, em Nova Iorque. Exatamente três anos mais tarde, Nuno Álvares Pereira, nobre e guerreiro português, é canonizado.

Nasceram a 26 de abril Marco Aurélio, Imperador Romano (121), Maria de Médici, esposa de Henrique IV de França (1573), Eugène Delacroix, pintor francês (1798), Owen Richardson, físico britânico, Nobel de Física (1879), e Charles Francis Richter, físico norte-americano (1900).

Morreram neste dia o Papa Bonifácio VI (896), Arnulfo de Rohes, primeiro patriarca latino de Jerusalém (1118), Go-Shirakawa, 77.º imperador do Japão (1192), e Mário de Sá-Carneiro, escritor português (1916).

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