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Zuckerberg define ‘correção’ do Facebook como meta para 2018

Após as várias críticas recentes apontadas ao Facebook – entre as quais a propagação de mensagens que incitam o ódio, ou as chamadas ‘fake news’ – Zuckerberg definiu como meta pessoal, para este novo ano, a ‘correção’ dos problemas que têm manchado a rede social.

Depois de ter estabelecido que em 2017 visitaria os 50 estados dos Estados Unidos ou, em anos anteriores, que usaria gravata todos os dias ou aprenderia mandarim, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, estabeleceu como meta pessoal, neste novo ano, o “conserto” da rede social.

“Todos os anos faço um desafio pessoal para aprender algo novo. Visitei todos os Estados Unidos, fiz 365 km, construí uma IA [Inteligência Artificial] para a minha casa, li 25 livros e aprendi mandarim”, escreveu Zuckerberg na rede social.

Porém, para 2018, o jovem multimilionário decidiu apostar na correção do Facebook, numa altura em que as críticas e consequentes malefícios da rede social têm sido fortemente discutidos.

“[Atualmente] o mundo vive ansioso e dividido e o Facebook tem muito trabalho pela frente. Quer seja a proteger a nossa comunidade do abuso e do ódio, a defendermo-nos da ingerência de algumas nações ou a garantir que o tempo gasto no Facebook é bem gasto”, considerou.

“O conserto destas importantes questões” é o mote dado pelo CEO da rede social, que pretende reunir-se com especialistas das mais diversas áreas de forma a compreender e melhorar a experiência do utilizador no Facebook.

“Este será um ano de auto-aperfeiçoamento e estou à espera de aprender a resolver os problemas”, considerou. “Se tivermos sucesso este ano, vamos acabar 2018 numa trajetória muito melhor”, rematou.

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