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Vídeo: Imprensa internacional noticia que bombeiros portugueses “trabalham de graça”

O mundo acompanha a situação dos incêndios florestais em Portugal, com as imagens das chamas a cercarem Chão de Codes (em Mação) a serem divulgadas por grandes órgãos de comunicação social. No Golfo, um jornal evocou a tragédia de Pedrógão, revelando ao mundo que os bombeiros “trabalham sem receber”.

É o caso da estação RT, uma das principais fontes informativas nos países associados à esfera de influência da Rússia.

“Nuvens gigantes de fumo denso cobrem o horizonte em partes do centro de Portugal devido à velocidade com que os fogos florestais continuam a fugir ao controlo dos serviços de emergência. Na aldeia de Chão de Codes, em Mação, populares e bombeiros enfrentaram uma gigantesca fornalha que chegou a motivar uma ordem de evacuação, embora muitos locais tenham recusado abandonar as casas”, noticiou a RT.

A estação russa referiu ainda que “cerca de 80 por cento do território de Portugal enfrenta uma seca extrema”, o que serve como justificação para a rara dimensão que os incêndios têm atingido este ano: “As autoridades dizem que arderam 141 mil hectares de floresta quando a média anual dos últimos dez anos é de 45 mil hectares”.

Heróis sem capas

Já o Gulf News, um dos principais órgãos de informação no Médio Oriente, optou por destacar o altruísmo dos bombeiros portugueses, num artigo com o antetítulo “Nem todos os heróis usam capas”.

“A quase totalidade dos 3000 bombeiros portugueses que enfrentaram um incêndio florestal de uma semana que tirou a vida a 64 pessoas [Pedrógão Grande] tinha algo em comum: trabalhou sem receber e com equipamento adquirido graças a donativos populares. Mais de 90 por cento dos cerca de 30 mil bombeiros em Portugal são voluntários. De advogados a trabalhadores da construção civil, tiram tempo de descanso para arriscarem a própria vida”, referiu o Gulf News.

Para que todo o mundo saiba, o jornal acrescentou que, “quando são destacados para um incêndio fora da área de residência, o Governo paga a estes intrépidos homens e mulheres 1,87 euros por hora”.

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