Economia

Turismo cresce dez por cento, mas salários continuam abaixo da média

O turismo cresceu 9,9 por cento em 2016, quatro vezes mais do que o ritmo de valorização da economia portuguesa. O setor gerou 11.500 milhões de euros, mas na restauração e na hotelaria os salários não acompanham a evolução, mantendo-se abaixo da média nacional.

Portugal é cada vez mais um destino de eleição. O turismo já representa 7,1 por cento do tecido produtivo nacional, depois de, em 2016, ter crescido 9,9 por cento, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

O turismo é responsável por cerca de 400 mil postos de trabalho, o que corresponde a 9,1 por cento dos empregos existentes em Portugal. O problema, dizem os mesmos dados, é que nas áreas principais – restauração e hotelaria – continuam a ser praticados salários bem abaixo da média nacional.

Isto acontece num setor produtivo que gerou, em 2016, 11.500 milhões de euros. O valor acrescentado bruto do turismo cresceu 9,9 por cento, enquanto o da economia portuguesa evoluiu ‘apenas’ 2,7 por cento.

Há, contudo, outras áreas de atividade turística em que as remunerações chegam a ser 2,4 por cento superiores à média nacional, indicam ainda os dados do INE.

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