Desporto

E-Toupeira: “Se há árbitros envolvidos devem ser condenados”, defende a APAF

Luciano Gonçalves não acredita que haja árbitros envolvidos no caso E-Toupeira, mas deixou um aviso. “Se houver algum envolvido, que seja condenado”, afirmou o líder da APAF.

A declaração surgiu quando o dirigente falava com os jornalistas sobre o processo do momento, que tem estado em destaque desde que o assessor jurídico do Benfica, Paulo Gonçalves, foi formalmente constituído arguido.

A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol(APAF) não tem conhecimento de qualquer filiado envolvido, mas se for provado o envolvimento de algum árbitro este deve ser condenado, à semelhança de qualquer outro agente desportivo, insistiu Luciano Gonçalves.

“Se existem agentes de arbitragem envolvidos neste caso, estão a sê-lo em processo de averiguações. Mas volto a frisar, se houver algum envolvido, que seja condenado”, afirmou o presidente da APAF.

“A arbitragem não quer alguma exceção ou iremos defender o que é indefensável”, reforçou.

Na mesma conversa com os jornalistas, à margem de uma iniciativa sobre o videoárbitro realizada na Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho (Lisboa), Luciano Gonçalves garantiu que o caso E-Toupeira não trouxe qualquer perturbação à arbitragem.

“A única coisa que a classe pede é que seja reposta a verdade, tenha ou não implicações nos árbitros. Se houver agentes da arbitragem envolvidos têm de ser condenados como qualquer outro tipo de agentes”, repetiu.

O presidente da APAF aproveitou para renovar o apelo para o fim da “especulação” e do “levantamento de suspeições” no futebol nacional, para que o campeonato volte a reafirmar a “excelência” dentro das quatro linhas.

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