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“Portugal quer ser a China da Europa”, escrevem em Espanha

O jornal espanhol La Voz da Galicia dedicou um artigo à evolução positiva sobre o mercado de trabalho em Portugal, mas lembra que há 800 mil pessoas que recebem o salário mínimo, que não chega aos 600 euros. “Quer arrancar o título de ser ‘a China da Europa’, escrevem.

A evolução de Portugal no que diz respeito ao mercado de trabalho é noticiado em Espanha. O jornalista Manoli Sio Dopeso destaca a forte recuperação da taxa de desemprego, mas não deixa de sublinhar o facto dos baixos salários do nosso país.

“Este valor de 580 euros é o que recebem 800 mil funcionários lusos (22% dos trabalhadores privados), e continuará a aumentar de forma progressiva, segundo os acordos do Governo com o Bloco e comunistas, que aumentaram o salário mínimo para 600 euros”, lê-se na publicação.

A publicação refere a queda de 37 por cento nas pessoas sem trabalho do Governo de António Costa, e frisa que, só no último ano, o país criou 165 mil postos de trabalho, dos quais 135 mil são indefinidos.

Além disso, é também sublinhado a “garantia de paz social, que [o país] oferece aos investidores e empresários no geral”, dando conta de investimentos na ordem dos mil milhões até 2020, com a criação de 5600 postos de trabalho.

Nesse sentido, Manoli Sio Dopeso escreve que a “avalanche de investimento estrangeiro em andamento (…) dará força a um país que deseja arrancar o rótulo de ser ‘a China da Europa’ para vender a marca Portugal para o mundo”.

A situação da Autoeuropa é também distinguida pela jornal espanhol, referindo-se a esta como um “sinal de que algo está a mudar”.

Além disso, Manoli Sio Dopeso compara ainda o número de greves entre os dois países em 2017, com Portugal a registar 200 greves face às 774 de Espanha.

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