Economia

Portugal gera emprego e encerra quebras consecutivas com dois anos

Dados da Eurostat apontam um aumento da criação de emprego na economia portuguesa (0,1 por cento), o que não se verificava há dois anos. Desde 2009, Portugal assinalou sucessivas quebras de postos de trabalho.

Ainda que o crescimento do emprego em Portugal não tenha acompanhado a média europeia, certo é que os dados divulgados hoje pela Eurostat indicam uma inversão de tendência, após sucessivas reduções de postos de trabalho que se verificavam há dois anos.

No segundo trimestre do ano, verificou-se um crescimento de 0,1 por cento, em comparação com os primeiros três meses de 2011. O organismo de estatísticas europeu assinala o fim da estagnação económica, no que concerne à criação de emprego.

No entanto, se há dados positivos na comparação entre os dois primeiros trimestres do ano, o mesmo não se pode dizer relativamente à variação homóloga, entre os segundos trimestres de 2010 e de 2011.

Aqui, há a salientar uma queda bem mais significativa, de 0,8 por cento. Este é o primeiro indicador negativo a avaliar pelos números agora conhecidos.

Outra nota é a comparação com os 17 países da Zona Euro. Portugal esteve abaixo da média de 0,3 por cento de crescimento no emprego. A economia portuguesa fica igualmente aquém da média dos 27 estados-membros da União Europeia: 0,2 pontos percentuais.

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