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Portugal envia 550 militares e polícias para megaoperação fronteiriça

Portugal vai marcar presença, com seis forças, na megaoperação de segurança das fronteiras da União Europeia, o programa Frontex.

Cerca de 550 militares e polícias, de ambos os géneros, serão chamados a participar numa estrutura operativa que, para além da patrulha das fronteiras, apoia os refugiados e combate o tráfico de seres humanos.

O efetivo nacional será composto por elementos da GNR, PSP, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Autoridade Marítima, Marinha e Força Aérea.

A polícia fez disparar o número de agentes no Frontex, com uma delegação de 49 elementos, depois dos 16 que participaram em 2017.

Já a GNR diminuiu o efetivo, de 135 para 113 militares, mas reforçou os meios, disponibilizando uma embarcação de vigilância costeira, uma viatura de vigilância e um carro patrulha.

O patrulhamento marítimo é também a grande missão da Força Aérea, que vai participar com dois aviões, e da Marinha, que troca dois navios de patrulha oceânica por uma fragata, a D. Francisco de Almeida, que tem uma guarnição a rondar os 150 tripulantes e tecnologia bastante mais avançada.

O SEF vai integrar as equipas de combate ao crime transfronteiriço e avaliação de documentos, enquanto a Polícia Marítima vai enviar duas embarcações de patrulha costeira.

A cerimónia oficial de apresentação da missão portuguesa ao Frontex está agendada para amanhã, com a presença do ministro da Administração Interna.

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