Benfica

Polémica com vídeo-árbitro no Dragão e na Luz

Está instalada a confusão e a discussão no futebol português e os adeptos apontam o dedo ao vídeo-árbitro. Na Luz e no Dragão, queixas por causa da tecnologia.

No jogo do Benfica com o Braga, adeptos encarnados queixam-se de uma grande penalidade não assinalada sobre Jardel ao cair do pano do primeiro tempo. Não existem indicações se o vídeo-árbitro se pronunciou ou não.

Já o Braga, pela voz do seu treinador deixa reparos ao vídeo-árbitro e queixa-se de um golo anulado a Ricardo Horta no segundo tempo.

“É um facto que o Benfica não precisa de muitas oportunidades para marcar um golo, tem muita qualidade na frente. Mantivemos o jogo aberto com o 2-1 e acabámos a primeira parte a lutar pelo resultado. Na segunda parte o Benfica fez o 3-1, nós fizemos mais dois golos… Mas se o video-árbitro está aqui pela veracidade do jogo… Um desses golos é limpo. O Seferovic está a colocar o nosso jogador Ricardo Horta em jogo. Não sei se ganharia o jogo, mas pelo menos voltaríamos ao jogo”, disse Abel Ferreira, no final do encontro, num lance onde também não existe indicação se o vídeo-árbitro se pronunciou ou não.

A norte, no estádio do Dragão, o vídeo-árbitro também deu que falar.

O quarto golo dos azuis e brancos, apontado por Ivan Marcano, tinha sido anulado pelo fiscal de linha. No entanto, o jogador estava em jogo e o vídeo-árbitro, que está instalado na sede da Federação Portuguesa de Futebol, validou o cabeceamento ainda que com ‘delay’.

Neste duelo, a jogada do primeiro golo dos portistas também tem agitado os corredores do futebol com queixas sobre uma ação de Danilo Pereira (toque com o braço) no começo do lance, dentro da grande área do FC Porto. Após o golo do FC Porto o árbitro leva a mão ao auricular mas dá indicação para validar o golo.

Neste, como nos dois casos de golos anulados (a Aboubakar e Corona), não é, todavia, percetível se o juiz teve indicações do vídeo-árbitro, uma vez que podia estar apenas a conversar com os fiscais de linha e/ou quatro árbitro. E a regra diz que o vídeo-árbitro não tem interferência em jogadas que podem ter diferente interpretação (casos de mão na bola ou bola na não, por exemplo).

A tecnologia do vídeo-árbitro começou por ser utilizada oficialmente, em Portugal, na final da Taça no Jamor, tendo seguido na final da Supertaça e agora na Liga portuguesa.


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