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O piloto mais eficiente será recompensado na Fórmula E

A Federação Internacional do Automóvel (FIA) confirmou o formato geral da quinta temporada de Fórmula E, que para além do monolugar da segunda geração (Gen2) será marcada também por uma novidade aliciante.

É que um carro com baterias mais potentes produzidas pela McLaren significará o fim da troca de monolugares a meio da prova, como sucede atualmente, pois a autonomia foi bastante aumentada. O que acabou por dar uma ideia aos organizadores do campeonato; compensar o piloto que for mais eficiente – o mesmo é dizer aquele que souber gerir melhor a energia disponível.

Algumas novidades vêm a caminho, como a obrigatoriedade de dois níveis de potência ao longo da corrida, com o mais alto a permitir ser um segundo mais rápido durante a sua ativação. Convém lembrar que a potência máxima dos Fórmula E Gen 2 deve ser de 250 kW, mas deve baixar para os 200 kW durante a corrida.

A performance não será o único tópico a considerar, já que a eficiência energética será posta à prova. O ponto bónus atribuído pela melhor volta em corrida será substituído por um ponto atribuído ao piloto que for mais eficiência (ler-se ‘poupado’). Uma escolha lógica, face às possibilidades oferecidas pelo desenvolvimento da tecnologia.

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