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Peugeot Rifter feito em Portugal e para ir mais longe

O novo Peugeot Rifter – que será produzido na unidade da PSA em Mangualde – constitui uma nova abordagem daquilo que é um monovolume de futuro.

Feito para uma utilização multi-funções, o novo modelo da marca francesa recorrer a uma nova plataforma (EMP2), que garante resistência e robustez, permitindo que surja no mercado em dois comprimentos diferentes (a longa possui mais 35cm) e com capacidades de cinco ou sete lugares.

Esteticamente apelativo, mas enquadrando-se perfeitamente na atual gama da Peugeot, o Rifter propõe-se a algo mais do que apenas uma funcionalidade quotidiana, englobando tecnologia recente, mais comum em automóveis de turismo convencionais, como é o caso do i-Cockpit.

A versatilidade que se pretende para este novo ‘leão’ vai mais longe, pois a vertente lúdica passará a ter preponderância, não sendo esquecida a possibilidade por incurssões fora de estrada, como fica bem patente no facto de ter uma versão de tração às quatro rodas.

Visualmente agradável, face às proporções equilibradas, o novo modelo destaca-se também por estar dotado de alguns detalhes mais habituais num SUV, o Rifter patenteia modernidade. Basta olhar para a assinatura luminosa LED no seu conjunto ótico. As barras no tejadilho e as proteções das cavas das rodas traduzem o carácter de evasão deste novo modelo, mesmo que o intuito seja o de ir apenas ao supermercado ou levar os míudos à escola.

A maior altura ao solo, as rodas de grandes dimensões, as proteções generosas da parte inferior das portas, embaladeiras e pára-choques servem para vincar a vocação para ir mais além que a utilização quotidiana.

Esta imagem exterior tem correspondência no interior, onde o Peugeot i-Cockpit sublinha o habitáculo contemporâneo. Permite uma experiência de condução interessante e intuitiva. O volante compacto, é de fácil manusamento, o ecrã tátil de oito polegadas é de fácil alcance pela mão e olhar, sendo a cores, para uma melhor leitura.

O sistema de infotainement é de última geração, e conta com duas entradas USB, uma tomada jack, ligação Bluetooh e carregador de indução. O sistema é complementado pelo Mirror Screen, compatível com Mirror Link, Apple Carplay e Android Auto. A navegação 3D conectada está associada ao comando vocal e permite realizar buscas simples e intuitivas. Também tem em conta o tráfego em tempo real (TomTom Trafic) e permite obter informações sobre parques de estacionamento, postos de gasolina e a meteorologia local.

O equipamento disponibilizado ao condutor inclui regulador de velocidade adaptativo, o reconhecimento alargado dos painéis de velocidade na estrada, alerta ativo de transposição involuntária de faixa, alerta de atenção ao condutor, Active Safety Brake, controlo de estabilidade de reboque, comutação automática de luzes de circulação e cruzamento, câmara de marcha-atrás ‘Visiopark 180º’, vigilância do ângulo morto, acesso e arranque mãos-livres.

Dinamicamente o Peugeot Rifter beneficia de uma suspensão pseudo McPherson e eixo de traseiro de travessa deformável, possuindo, tal como a direção, de configurações específicas. O raio de viragem de 10,9 metros garante uma agilidade muito superior a veículos deste tipo.

Para além da altura ao solo, este novo ‘leão’ tira partido de equipamento que lhe permite estar à vontade fora de estrada, como é o caso do Advanced Grip Controlo, associado aos pneus Michelin Latitude Tour Mud & Snow, bem como ao Hill Assist Descent Control (HADC), que mantém automaticamente a velocidade ideal em encostas mais íngremes. A versão de tração às quatro rodas foi desenvolvida pela Dangel.

A tudo isto corresponde um conjunto de motores que alia a potência a um baixo consumo e emissões de CO2. O Peugeot Roft é servido por dois blocos a gasolina 1.2 PureTech; o 130S&S, dotado de caixa de velocidades automática EAT8 de oito relações – que só estará disponível dentro de um ano – e 110 S&S, equipado com caixa manual de cinco velocidades, disponível numa variante MBC (Muito Baixo Consumo). Estes dois motores contam com o sistema de redução de partículas GPF.

Já em termos de propulsores a diesel estará disponível o 1.5 BlueHDi em três níveis de potência. O primeiro é o 130 S&S com caixa manual de seis velocidades ou automática EAT8. O segundo é o 100, com caixa manual de cinco velocidades, disponível em versão MBC, e finalmente o 71 possui apenas caixa manuel de cinco velocidades. Todos estes propulsores estão dotados de filtro de partículas e redução catalítica seletiva (RCS).

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