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Ordem dos Veterinários apoia famílias carenciadas a cuidar dos animais

Famílias carenciadas terão direito a um cheque veterinário, para evitar casos de abandono de animais por falta de meios financeiros e para promover a esterilização de animais. Esta medida da Ordem dos Médicos Veterinários faz parte de um protocolo com a Associação Nacional de Municípios Portugueses, ao abrigo da legislação que proíbe o abate.

Ordem dos Médicos Veterinários apresenta projeto de protocolo junto da Associação Nacional de Municípios Portugueses, com o objetivo de apoiar todas as autarquias no cumprimento da lei que proíbe o abate de animais nos canis municipais.

Este projeto visa dar resposta às necessidades de esterilização dos animais errantes e assim controlar a população crescente de animais sem tutor.

A Ordem dos Médicos Veterinários, estando preocupada com os animais de estimação das famílias carenciadas que normalmente não tem acesso a cuidados de saúde, irá disponibilizar um cheque veterinário.

O objetivo desta medida é “atuar na promoção da saúde destes animais, evitando assim os casos de abandono por falta de apoio e agir preventivamente na disseminação de doenças que coloquem em causa a saúde pública”.

Este cheque veterinário contará com uma bolsa de médicos veterinários que, de forma graciosa, ajudarão estas famílias e os animais já abandonados, diminuindo assim os grandes investimentos que os municípios têm de fazer para aplicar a lei.

De acordo com o bastonário da Ordem dos Médicos Veterinários, Jorge Cid, “a Ordem não podia estar alheia a este problema”.

“Apoiando a lei que proíbe o abate dos animais nos canis municipais, pretende contribuir de forma significativa para ajudar na resolução de uma situação por vezes dramática em alguns concelhos de Portugal”, assinala.


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