Cultura

O cinema em Vila do Conde faz-se de curtas desde há 20 anos

curtas_vila_condeAté dia 15 deste mês, Vila do Conde volta a ser a capital mundial das curtas-metragens, no ano em que o festival assinala duas décadas de existência. Um documentário sobre o arquiteto Souto Moura é um dos quatro encomendados para assinalar o 20.º aniversário.

As curtas-metragens regressaram a Vila do Conde, que desde o passado sábado e até ao próximo domingo acolhe a 20.ª edição do Festival Internacional de Cinema, no Teatro Municipal. No ano em que celebra a segunda década de existência, o evento bate o recorde de participações, com 250 filmes em exibição, 61 dos quais feitos em Portugal. Este número coloca o ‘curtas’ como o “epicentro português da reflexão em torno do cinema e do audiovisual”, descreve Mário Micaelo, da organização.

Os festejos assinalam-se com quatro filmes, encomendados aos realizadores Thom Andresen, Helvécio Martins Jr, Sergei Loznitsa e Yann Gonzalez. O primeiro escolheu uma personalidade portuguesa, o arquiteto Souto Moura, para realizar um documentário.

Entre outras iniciativas, o festival consagra ainda quatro realizadores nacionais: Graça Castanheira, Luís Alves de Matos, Pedro Flores e João Canijo. A estes foi encomendada uma obra para o certame, com a particularidade de Canijo ter optado por desenvolver um projeto com as mulheres das Caxinas, um lugar de Vila do Conde famoso pela tradição piscatória.

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