Tecnologia

Norte-americano acusado de roubar seguidores no Twitter

twitter2Em causa está uma empresa e um ex-funcionário, que inicialmente foi autorizado a continuar com a conta na rede social. A companhia onde trabalhava exige agora mais de 280 mil euros de indemnização.

Mais um processo em tribunal a envolver redes sociais. Noah Kravitz trabalhava como escritor para um site de notícias, o Phonedog, propriedade de uma empresa com o mesmo nome.

Durante o tempo que esteve na casa, o bloger conseguiu ganhar cerca de 17 mil seguidores, no Twitter. Noah era o responsável dentro da empresa por atualizar a rede social.

As coisas não correram bem e a Phonedog Media viu-se obrigada a despedir o escritor. Chegaram então a um acordo e Kravitz viria a sair da empresa pouco tempo depois. Nesse mesmo entendimento, o ex-funcionário terá sido autorizado pela companhia a manter a conta no Twitter ativa, que entretanto foi aumentando e tem atualmente cerca de 22 mil seguidores.

Em contrapartida, os responsáveis e ex-diretores de Noah apenas pediram que esporadicamente escrevesse algo sobre a empresa, coisa que não aconteceu durante meses.

Mais, passado pouco tempo de abandonar a Phonedog Media, Noah terá mudado o nome da conta no Twitter tendo começado a utilizá-la para outros fins.

Agora, o site pede uma indemnização e afirma que a conta foi roubada pelo seu ex-funcionário. Quer cerca de 1,90 euros por utilizador mensalmente. Feitas as contas, são mais de 280 mil euros que a empresa reclama em tribunal.

A acusação baseia-se no investimento que foi feito pela companhia para o aumento de seguidores na conhecida rede social, além de que diz que grande parte dos utilizadores que estão ligados naquela conta são clientes da empresa.

Esta não é a primeira vez que o Twitter está ligado a casos de tribunal, não será certamente a última. Em setembro passado, um casal mexicano publicou uma mensagem falsa na rede social, onde afirmava que uma escola daquele país estava a ser assaltada e que inclusive algumas crianças tinham sido feitas reféns. O casal poderá vir a ser condenado a 30 anos de prisão, por um simples ‘tweet’. Conheça a história aqui.

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