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Moção de censura chega depois de Cristas cortar mais de 20 milhões na defesa da floresta

O CDS avança com uma moção de censura, na sequência dos incêndios, ‘esquecendo-se’ que, ainda há poucos anos, fez parte de um Governo que cortou mais de 20 milhões de euros à defesa da floresta. E quem mandava no Ministério da Agricultura (e do Mar) era Assunção Cristas.

Os números são oficiais. Entre 2011 e 2015, as verbas para a defesa da floresta desceram dos 82 para os 61 milhões de euros. O primeiro-ministro era Passos Coelho, do PSD, que hoje declarou apoio à moção de censura do CDS.

Só no primeiro ano (2012), o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), resultante da fusão da Autoridade Florestal Nacional e do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, teve um corte de 10 milhões de euros.

Anos depois desses cortes, Assunção Cristas avança com uma moção de censura, a propósito dos incêndios, e Passos Coelho apoia-a, apesar de estar de saída do PSD.

 

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