Migrantes: Países do Mediterrâneo unem-se em Lisboa para debater apoios

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A Europa continua sem ter uma resposta para os migrantes que chegam de África. Hoje, os presidentes dos Parlamentos dos países que constituem a União para o Mediterrâneo juntam-se em Lisboa para debater quais os apoios e canais humanitários que a União Europeia deve apresentar.

A migração não é um problema exclusivo dos países junto ao Mediterrâneo: é de toda a região junto ao mar e de toda a União Europeia (UE).

E, para que a UE tenha uma resposta coordenada e eficaz, os presidentes dos Parlamentos dos países que constituem a União para o Mediterrâneo (UpM) juntam-se, hoje e em Lisboa, para debater uma recomendação a apresentar nos órgãos comunitários.

A recomendação constará da declaração final da II Cimeira de Presidentes da Assembleia Parlamentar da UpM, dedicada à Imigração, Asilo e Direitos Humanos na Região Euro-Mediterrânica, e vai ser enviada às instituições da UE e aos chefes de Estado e de Governo da UpM.

Os trabalhos, que serão dirigidos pela presidente da Assembleia da República Portuguesa, Assunção Esteves, visam o aumento dos canais humanitários e dos vistos para os imigrantes em situação de emergência.

Para além da II Cimeira de presidentes dos Parlamentos, que será encerrada por um primeiro-ministro (o do país anfitrião, no caso Passos Coelho), decorre, hoje e amanhã, a Assembleia Parlamentar da UpM, também em Lisboa.

A organização, criada em 2008, integra os 28 países da UE, os 15 na bacia do Mediterrâneo (como Marrocos, Turquia, Israel e Jordânia) e a Autoridade Palestiniana.


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