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Lama atrasa Elisabete Jacinto

O Marrocos Desert Challenge não começou da melhor forma para Elisabete Jacinto, que conclui o prólogo da prova apenas na 25ª posição entre os camiões.

A equipa do MAN TGS da Bio-Ritmo sofreu um revés aquando da travessia de um ‘oued’ cheio de lama. Isso acabou por fazer atrasar a piloto portuguesa, que é mais uma vez acompanhada pelo navegador José Marques e pelo mecânico Marco Cochinho.

Fotos; AIFA

Não obstante o percalço Elisabete não desanima: “Estava a fazer uma especial excelente. Fomos o terceiro camião a partir para o prólogo e conseguimos andar num bom ritmo sempre no caminho certo. A determinada altura, quando estávamos a atravessar um oued que tinha muita lama, o camião deu um salto e no momento em que as rodas assentaram no chão ficaram completamente enterradas”.

“Tentámos de todas as formas sair dali, mas a lama era tão densa que não era possível sair sem ajuda. Assim, decidimos chamar o camião vassoura. Entretanto passou por nós um concorrente com um MAN KAT 6×6 semelhante ao nosso que nos puxou e conseguiu tirar-nos dali. Depois disso viemos sempre num bom ritmo. Apesar do revés não esmorecemos”, explica ainda a piloto do Montijo.

“Amanhã temos que fazer um trabalho de progressão cuidadoso, porque vamos partir atrás de muitos concorrentes mais lentos, mas acreditamos que vamos conseguir conquistar posições e alcançar bons resultados”, prometeu Elisabete Jacinto, referindo-se à segunda etapa, que vai conduzir os concorrentes até Touzounine. Esta especial, composta por 470 quilómetros cronometrados. Neste segundo dia os pilotos terão que enfrentar ‘oueds’ arenosos, montanhas, onde vão predominar trilhos de pedra, e lagos secos.

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