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Fátima Lopes abre o coração: “Sofrer por amor dói muito”

A dias de celebrar o São Valentim, Fátima Lopes expôs, no seu site, o que no seu entender são as “relações amorosas”. Recém-separada, a apresentadora afirma que “sempre acreditou e acredita no amor”, mas que sofrer por esse sentimento “dói muito”.

Recém-separada, Fátima Lopes utilizou o seu site pessoal para um desabafo sobre relações amorosas. A apresentadora assume que “nunca” foi de “paixão à primeira vista, nem de encantamento fácil”.

“Dava trabalho conquistar-me e, talvez por isso, tive poucos namorados. Sempre fui exigente nos afetos, porque sentia que abrir o coração para deixar que alguém entrasse, era algo mágico”, assume.

Num longo texto, Fátima Lopes considera que foi aprendendo à medida que a idade ia avançando, mas sublinha que o amor, apesar das “boas emoções”, não se resume apenas a isso.

“O amor também traz dor, às vezes profunda, por não sermos correspondidos na forma como nos entregamos ou na forma como vivemos esse sentimento. Sofrer por amor dói muito”, revela.

Essa “dor”, defende, manifesta-se como “se o peito se rasgasse, o ar nos faltasse e só as lágrimas” a aliviassem. “O amor não é algo estático que acontece e já está. Tem movimento e tem vida, que se altera a cada dia que passa”.

Num texto marcado pela sinceridade das confissões, Fátima Lopes defende que “amor e egoísmo não casam bem numa relação” e que “amar é estar disponível para o outro, é sentir prazer por o fazer feliz, e não cobrar”.

“Para isso é preciso que os dois queiram de verdade viver e construir algo juntos. Sem essa sintonia é impossível. […] E, quando um dos elementos do casal progressivamente se desliga, chega a solidão acompanhada, que é um sentimento profundamente desgastante”.

Separada há cerca de seis meses do enfermeiro Luís Morais, com quem esteve casada durante 12 anos, a apresentadora frisa que hoje os “casais estão diferentes”, apontando mudanças positivas e negativas nas relações.

“Hoje em dia há uma impaciência generalizada e uma busca da perfeição em quase tudo. […] Tem-se muitas vezes um grau elevado de intolerância para com o outro, com as suas particularidades, as suas coisas únicas, que podem não ser melhores ou piores que as nossas”, considera.

No entanto, para finalizar, Fátima prefere “centrar-se nas relações amorosas felizes”.

“Eu acredito que é possível viver uma relação amorosa longa e feliz, que tal como uma planta, é regada, tratada e mimada todos os dias,  de forma especial. E, essa planta só é o nosso amor se for única”, remata.

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