Desporto

Diretor-geral do FC Porto investigado por corrupção, avança o CM

Luís Gonçalves está a ser investigado por corrupção ativa, avança o Correio da Manão. A Procuradoria-Geral da República (PGR) confirma a existência de um processo, mas não refere se é sobre o diretor-geral do FC Porto.

À agência Lusa, o Ministério Público confirmou que está a decorrer um inquérito conduzido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Braga, não esclarecendo se envolve ou não o dirigente portista.

“No âmbito deste processo investigam-se factos suscetíveis de integrarem o crime de corrupção no fenómeno desportivo. O inquérito encontra-se em investigação, não tem arguidos constituídos e está sujeito a segredo de justiça”, adiantou uma fonte da PGR, citada pela Lusa.

Mas o Correio da Manhã cita uma outra fonte da PGR, sem a identificar, que garante Luís Gonçalves como o visado desta investigação.

 

O Ministério Público (MP) terá, de acordo com ambas as fontes, pedido diversos documentos à Federação Portuguesa de Futebol, tais como as nomeações da jornada do polémico Sporting de Braga-FC Porto da última época.

Nessa partida, os portistas queixaram-se do trabalho do árbitro Hugo Miguel e do quarto árbitro Tiago Antunes.

Quem reagiu foi o Benfica, dizendo que “não dá para disfarçar mais”.

O departamento de comunicação das águias considera que Luís Gonçalves não consegue “disfarçar mais”.

“Diretor-geral sob suspeita de corrupção ativa, crimes de divulgação ilícita correspondência privada, capangas a ameaçar dirigentes desportivos, invasão de centro de treino dos árbitros, ameaças e coação semanal sobre árbitros e famílias… não dá para disfarçar mais”, pode ler-se na conta ‘Benfica Press’, na rede social Twitter, citada pela Renascença.

Árbitro não relatou ameaças

As notícias da nova investigação por corrupção no futebol – era já conhecida uma sobre o Benfica, confirmada pelas autoridades, no chamado caso dos emails – surgem horas depois de ser conhecido o relatório de Hugo Miguel sobre esse Sporting de Braga-FC Porto.

Nem o árbitro, nem o quarto árbitro (com um campo próprio no relatório) referiram qualquer tipo de intimidação, pressão ou ameaça por parte de Luís Gonçalves, como tinha sido avançado pelo Benfica.

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