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Corta cabos de radares e deixa aviões sem comunicações no Funchal e em Lisboa

Um homem responde pela prática de um crime de atentado à segurança de transporte aéreo, depois de ter cortado cabos que garantiam a comunicação entre aviões. O episódio, que ocorreu no Funchal, deixou alguns aviões em perigo durante cerca de 90 minutos.

Durante mais de uma hora e meia, alguns aviões que sobrevoavam a Madeira estiveram sem comunicações, em resultado de um corte de cabos de radares, alegadamente da responsabilidade de um homem de 32 anos.

A Polícia Judiciária deteve o suspeito, que responde pela prática de “um crime de atentado à segurança de transporte por ar”.

O homem usou uma serra de corte e comprometeu o sistema de comunicação da empresa Navegação Aérea de Portugal, que tem a seu cargo o controlo do tráfego aéreo.

Teve de ultrapassar uma barreira de segurança e colocou-se em fuga, seguindo da Madeira para Lisboa e, posteriormente, para França, de acordo com uma nota do Departamento de Investigação Criminal do Funchal.

O incidente, que só agora veio a público, ocorreu em setembro. Durante um longo período, os pilotos estiveram impedidos de comunicar com as torres de controlo, quer da Madeira, quer do Centro de Controlo de Tráfico Aéreo de Lisboa.

O ato teve naturais efeitos na segurança das tripulações e passageiros.

Depois de presente a juiz, para primeiro interrogatório, o homem ficou sujeito à medida de coação máxima: prisão preventiva.


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